quarta-feira, maio 09, 2007
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
E se um dia... (Cap1.5)
Decidiram então ir até outro clube. Era um local habitual, os amigos eram os do costumo. Adivinhava-se mais uma noite normal., embora sempre muito divertida.Entraram na discoteca. Neste dia estava particularmente escuro lá dentro, e muita gente estava irreconhecível pois estava disfarçada. O próprio Leonardo trazia um chapéu de bruxa na cabeça, o que não o tornava irreconhecível, e que por outro lado, até atraía as atenções.
A música estava agradável, e o ambiente acolhedor, não fosse aquela nos últimos tempos a "sua casa da noite".
A noite avançou e o cansaço começou a aparecer. A vida cansativa de treinos e trabalho que levava nos últimos tempos não permitiam que aguentasse muitas horas a dançar.
O bom de uma vida agitada é que não permite pensar muitos nos problemas e o tempo passa mais rápido, mas o mal disso é que também não nos deixa saborear os momentos bons quando eles aparecem.
Eram quase 4h da manhã e os seus amigos começaram a vir embora. A Leonardo já não restava qualquer esperança de ver Inês naquela noite, e até já não estava a pensar nisso. Preparava-se para se despedir do resto das pessoas que estavam junto a si para se vir embora quando ao virar a cabeça viu uns o brilhar dos cabelos claros de uma rapariga que estava junto a si. Estava no meio de um grupo de rapazes todos vestidos de preto, que faziam lembrar os guarda-costas a rodear uma personalidade. Não reparou neles, a sua atenção estava concentrada naquela face que não sabia muito bem se reconhecia.
Também ela estava de preto. O seu cabelo estava solto e tapava uma grande parte da face na posição que ela se encontrava, o que fazia com que Leonardo tivesse ainda mais dificuldade em ver com clareza se era quem ele esperava que fosse. Olhou durante 2 minutos num jogo de olhares indiscretos, como o jogo do gato e do rato, por cima do ombro de uma amiga, sem que a rapariga de cabelos claros, que dançava com uma alegria e à vontade difícil de encontrar, reparasse que estava a ser observada. Continuava em dúvida pois o ponto de vista não privilegiava Leonardo e a vergonha de se dirigir junto dela para perguntar era por demais evidente.
De repente viu chegar vindo da esquerda, como que se tivesse acabado de entrar na discoteca e fosse ter com o grupo de amigos, outro rapaz, também de preto, mas este Leonardo reconheceu imediatamente. Quando Leonardo o viu explodiu de alegria por dentro, não por o ver a ele, mas porque tinha a certeza que aquela rapariga embora ainda de costas era quem ele pensava e desejava que fosse.
A confirmação deu-se segundos depois quando ela se virou para cumprimentar esse rapaz e Leonardo a olhou nos olhos e percebeu que era ela.
Não desviou imediatamente o olhar como seria seu hábito. Observou a sua face de tons claros. Tudo encaixava de maneira perfeita naquela face. As suas maçãs do rosto eram rosadas e com uma saliência que dava vontade de apertar. O nariz encaixava simetricamente entre os olhos e os lábios. Os lábios esses era de um vermelho claro, o que denunciava a ausência de qualquer pintura naquela face o que maravilhava ainda mais Leonardo pois toda a beleza naquela face que o atraía era natural e sem qualquer produto que muitas mulheres tem por hábito acrescentar. Os seus olhos eram os únicos que tinham um pouco de brilho adicional, dado pelas purpurinas que rodeavam o branco e o castanho cor de avelã dos seus olhos. Eles tinham um brilho especial para Leonardo que denunciava uma alma diferente naquela mulher e era isso que o atraía. Costuma-se dizer que os olhos são o espelho da alma, e aqueles transmitiam-lhe que aquela era uma alma especial.A sua vontade de ir ter com ela era tão grande quanto o embaraço e vergonha de não saber o que dizer o que fazia com que os seus sentimentos acabassem por se anular e o deixassem num impasse. Tentava ganhar coragem para falar com ela mas não era capaz. Parecia bela demais, simpática demais, divertida demais e também acompanhada demais, o que retraia ainda mais Leonardo.
- Pode não ser a opção certa, mas é a minha vontade - repetia ele baixinho para si mesmo, tentando convencer-se a si mesmo, mas isso não lhe dava a força suficiente para ir ter com ela.
Demorou poucos minutos até que ela saísse daquele lugar e Leonardo deixasse de a ver. O que o consolava é que o grupo tinha ido todo, e um grupo daquele tamanho não seria difícil de encontrar, e por consequência a ela também.
A música estava agradável, e o ambiente acolhedor, não fosse aquela nos últimos tempos a "sua casa da noite".
A noite avançou e o cansaço começou a aparecer. A vida cansativa de treinos e trabalho que levava nos últimos tempos não permitiam que aguentasse muitas horas a dançar.
O bom de uma vida agitada é que não permite pensar muitos nos problemas e o tempo passa mais rápido, mas o mal disso é que também não nos deixa saborear os momentos bons quando eles aparecem.
Eram quase 4h da manhã e os seus amigos começaram a vir embora. A Leonardo já não restava qualquer esperança de ver Inês naquela noite, e até já não estava a pensar nisso. Preparava-se para se despedir do resto das pessoas que estavam junto a si para se vir embora quando ao virar a cabeça viu uns o brilhar dos cabelos claros de uma rapariga que estava junto a si. Estava no meio de um grupo de rapazes todos vestidos de preto, que faziam lembrar os guarda-costas a rodear uma personalidade. Não reparou neles, a sua atenção estava concentrada naquela face que não sabia muito bem se reconhecia.
Também ela estava de preto. O seu cabelo estava solto e tapava uma grande parte da face na posição que ela se encontrava, o que fazia com que Leonardo tivesse ainda mais dificuldade em ver com clareza se era quem ele esperava que fosse. Olhou durante 2 minutos num jogo de olhares indiscretos, como o jogo do gato e do rato, por cima do ombro de uma amiga, sem que a rapariga de cabelos claros, que dançava com uma alegria e à vontade difícil de encontrar, reparasse que estava a ser observada. Continuava em dúvida pois o ponto de vista não privilegiava Leonardo e a vergonha de se dirigir junto dela para perguntar era por demais evidente.
De repente viu chegar vindo da esquerda, como que se tivesse acabado de entrar na discoteca e fosse ter com o grupo de amigos, outro rapaz, também de preto, mas este Leonardo reconheceu imediatamente. Quando Leonardo o viu explodiu de alegria por dentro, não por o ver a ele, mas porque tinha a certeza que aquela rapariga embora ainda de costas era quem ele pensava e desejava que fosse.
A confirmação deu-se segundos depois quando ela se virou para cumprimentar esse rapaz e Leonardo a olhou nos olhos e percebeu que era ela.
Não desviou imediatamente o olhar como seria seu hábito. Observou a sua face de tons claros. Tudo encaixava de maneira perfeita naquela face. As suas maçãs do rosto eram rosadas e com uma saliência que dava vontade de apertar. O nariz encaixava simetricamente entre os olhos e os lábios. Os lábios esses era de um vermelho claro, o que denunciava a ausência de qualquer pintura naquela face o que maravilhava ainda mais Leonardo pois toda a beleza naquela face que o atraía era natural e sem qualquer produto que muitas mulheres tem por hábito acrescentar. Os seus olhos eram os únicos que tinham um pouco de brilho adicional, dado pelas purpurinas que rodeavam o branco e o castanho cor de avelã dos seus olhos. Eles tinham um brilho especial para Leonardo que denunciava uma alma diferente naquela mulher e era isso que o atraía. Costuma-se dizer que os olhos são o espelho da alma, e aqueles transmitiam-lhe que aquela era uma alma especial.A sua vontade de ir ter com ela era tão grande quanto o embaraço e vergonha de não saber o que dizer o que fazia com que os seus sentimentos acabassem por se anular e o deixassem num impasse. Tentava ganhar coragem para falar com ela mas não era capaz. Parecia bela demais, simpática demais, divertida demais e também acompanhada demais, o que retraia ainda mais Leonardo.
- Pode não ser a opção certa, mas é a minha vontade - repetia ele baixinho para si mesmo, tentando convencer-se a si mesmo, mas isso não lhe dava a força suficiente para ir ter com ela.
Demorou poucos minutos até que ela saísse daquele lugar e Leonardo deixasse de a ver. O que o consolava é que o grupo tinha ido todo, e um grupo daquele tamanho não seria difícil de encontrar, e por consequência a ela também.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
E se um dia... (Cap1.4)
Nesse dia o trabalho correu como todos os outros dias, fez o seu trabalho, gostasse dele ou não, e às 18h30 já estava junto ao relógio que controlava as entradas e saídas de todos os funcionários. Estava na hora de ir embora, mais um dia tinha passado. Nessa 3ª feira era véspera de feriado, véspera do dia de Todos os Santos, era a noite de Halloween. Este dia tinha um sabor especial para Leonardo pois sabia que era nesta noite que podia ter a oportunidade de rever Inês.
Conhecera-a à alguns dias atrás e pouco sabia dela além do seu nome. Mas algo naquela mulher o marcou, os seus olhos castanho atraiam-no como não se sentia atraído há bastante tempo. Tinha a altura perfeita, os olhos perfeitos, os lábios e nariz perfeitos também. Para ele parecia uma mulher perfeita, perfeita demais até o que o fez ficar a pensar nela durante os dias anteriores. Tinha o desejo de poder falar com ela novamente.
Tinha já combinado sair com uns amigos seus para uma noite de diversão, mas o seu desejo era encontrar Inês nessa noite e tornar a noite diferente, especial por estar com alguém diferente e que atraiu a sua atenção. Jantou, mas não comeu muito pois a ansiedade começava já a sentir-se dentro de si. Saiu com os seus amigos até um bar que tinham por hábito frequentar, mas para sua tristeza não a encontrou lá. Esperou o resto da noite, não tirando os olhos da porta sempre que ela se começava a abrir com a esperança que fosse ela que estivesse do outro lado a empurrar e os seus olhos reencontrassem de novo os olhos cor de avelã de Inês, mas esse momento não aconteceu.
Conhecera-a à alguns dias atrás e pouco sabia dela além do seu nome. Mas algo naquela mulher o marcou, os seus olhos castanho atraiam-no como não se sentia atraído há bastante tempo. Tinha a altura perfeita, os olhos perfeitos, os lábios e nariz perfeitos também. Para ele parecia uma mulher perfeita, perfeita demais até o que o fez ficar a pensar nela durante os dias anteriores. Tinha o desejo de poder falar com ela novamente.
Tinha já combinado sair com uns amigos seus para uma noite de diversão, mas o seu desejo era encontrar Inês nessa noite e tornar a noite diferente, especial por estar com alguém diferente e que atraiu a sua atenção. Jantou, mas não comeu muito pois a ansiedade começava já a sentir-se dentro de si. Saiu com os seus amigos até um bar que tinham por hábito frequentar, mas para sua tristeza não a encontrou lá. Esperou o resto da noite, não tirando os olhos da porta sempre que ela se começava a abrir com a esperança que fosse ela que estivesse do outro lado a empurrar e os seus olhos reencontrassem de novo os olhos cor de avelã de Inês, mas esse momento não aconteceu.
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
E se um dia 1.3
Passava sempre pelas mesmas pessoas e quase sempre nos mesmos locais. Uns já nos seus postos de trabalho, como era o caso da funcionária á porta da escola que recebia as crianças conforme os pais iam chegando e se despediam delas à pressa com um beijo na face, e outros, como era o caso de Leonardo, a caminho deles.
Isto é a rotina, algo que ele detestava, mas à qual a maioria das pessoas se habitua, e pior, se conforma. Os Homens não deveriam ser rotinados para fazer algo. Quantas vezes encontramos pessoas que se lamentam de tão infelizes que dizem ser, mas ao mesmo tempo não fazem nada para mudar a sua maneira de vida, e nem mesmo sequer tentar. Partem do princípio que será impossível e conformam-se. Quantos casais não caem na rotina, o que acaba por degradar a relação e por um ponto final naquilo que devia ser um motivo de felicidade , o termos alguém ao nosso lado que amamos um dia, e hoje não vemos nada de especial nessa pessoa, mas apenas porque não procuramos, ou não queremos ver. Todos os dias as pessoas vivem novas experiências, por mais pequenas que sejam, e essas pequenas experiências acabam por ir modificando a pessoa aos poucos e poucos, e é por isso que se deve procurar na pessoa com quem partilhamos a nossa vida um conhecimento e “estudo” continuo. “Uma acção inesperada num momento inesperado”. Esta era uma frase que Leonardo repetia varias vezes para si, pois sabia que apenas com acções diferentes podemos manter a atenção e o interesse das pessoas em nós. Quando as pessoas se tornam previsíveis, então a base da relação que mantinham acabou de morrer e já não existe nenhuma razão para continuarem juntos, a não ser o comodismo.
Quem não adora receber uma prenda sem ser no Natal ou no dia de aniversário? Quem não adora um convite inesperado para jantar, para o cinema ou para um concerto?
Quem não sorri quando ouve um “Gosto de ti” sem estar à espera?
Isto é a rotina, algo que ele detestava, mas à qual a maioria das pessoas se habitua, e pior, se conforma. Os Homens não deveriam ser rotinados para fazer algo. Quantas vezes encontramos pessoas que se lamentam de tão infelizes que dizem ser, mas ao mesmo tempo não fazem nada para mudar a sua maneira de vida, e nem mesmo sequer tentar. Partem do princípio que será impossível e conformam-se. Quantos casais não caem na rotina, o que acaba por degradar a relação e por um ponto final naquilo que devia ser um motivo de felicidade , o termos alguém ao nosso lado que amamos um dia, e hoje não vemos nada de especial nessa pessoa, mas apenas porque não procuramos, ou não queremos ver. Todos os dias as pessoas vivem novas experiências, por mais pequenas que sejam, e essas pequenas experiências acabam por ir modificando a pessoa aos poucos e poucos, e é por isso que se deve procurar na pessoa com quem partilhamos a nossa vida um conhecimento e “estudo” continuo. “Uma acção inesperada num momento inesperado”. Esta era uma frase que Leonardo repetia varias vezes para si, pois sabia que apenas com acções diferentes podemos manter a atenção e o interesse das pessoas em nós. Quando as pessoas se tornam previsíveis, então a base da relação que mantinham acabou de morrer e já não existe nenhuma razão para continuarem juntos, a não ser o comodismo.
Quem não adora receber uma prenda sem ser no Natal ou no dia de aniversário? Quem não adora um convite inesperado para jantar, para o cinema ou para um concerto?
Quem não sorri quando ouve um “Gosto de ti” sem estar à espera?
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
E se um dia.... (cap1.2)
Cada bandeira representava um país visitado, uma viagem, uma conquista. Cada uma tinha as suas diferentes cores que representavam respectivamente um diferente significado, e cada bandeira em si tinha também um significado diferente para Leonardo.
Gostava particularmente de duas, a de Aruba, uma pequena ilha situada no Mar das Caraíbas, um pouco por baixo de Cuba, e mesmo por cima da Venezuela. As suas cores, azul celeste, que representava o mar límpido e claro que banhava a ilha em todo o seu redor, duas listas amarelas por baixo, uma representando as areias finas das praias e outra o sol, e uma pequena estrela encarnada de 4 pontas no canto superior esquerdo que representava o sangue derramado pelos seus habitantes na conquista daquele pequeno espaço (cerca de 7km de largura e 30km de comprimento) a que chamavam país. E era mesmo o mar e a praia que aquela bandeira o fazia recordar.
A outra era a da Dinamarca, com a sua cor encarnada e uma cruz branca, (como a cruz de Cristo, mas tombada para a esquerda). Estas cores não tinham propriamente nenhum significado ou recordação especial para ele, mas trazia-lhe à memória a saudade das pessoas queridas que ele conhecia naquele país e que lá estavam a viver à longos anos. Essas pessoas eram seus familiares, e que ele tinha tido a oportunidade de visitar algumas vezes nos últimos anos. É importante nunca esquecer os laços que nos ligam a determinadas pessoas, e o grau de “responsabilidade” que temos para com elas. Não basta ser do mesmo sangue para ser um familiar, é preciso também preocupar-se, dar atenção, congratular e estar presente quando a sua ajuda é necessária. Leonardo não esquecia isso e fazia questão de sempre que possível dar um pouco de atenção às pessoas que mais lhe diziam algo e que se preocupavam com ele.
Como a rotina exigia, não se levantou de imediato, mas ficou sim a saborear um pouco mais o pouco tempo que ainda tinha, para descansar enquanto os lençóis ainda estavam quentes e o aconchegavam. Levantou-se passado poucos minutos, vestiu-se e preparou-se para ir seguir o percurso para o seu emprego.
Gostava particularmente de duas, a de Aruba, uma pequena ilha situada no Mar das Caraíbas, um pouco por baixo de Cuba, e mesmo por cima da Venezuela. As suas cores, azul celeste, que representava o mar límpido e claro que banhava a ilha em todo o seu redor, duas listas amarelas por baixo, uma representando as areias finas das praias e outra o sol, e uma pequena estrela encarnada de 4 pontas no canto superior esquerdo que representava o sangue derramado pelos seus habitantes na conquista daquele pequeno espaço (cerca de 7km de largura e 30km de comprimento) a que chamavam país. E era mesmo o mar e a praia que aquela bandeira o fazia recordar.
A outra era a da Dinamarca, com a sua cor encarnada e uma cruz branca, (como a cruz de Cristo, mas tombada para a esquerda). Estas cores não tinham propriamente nenhum significado ou recordação especial para ele, mas trazia-lhe à memória a saudade das pessoas queridas que ele conhecia naquele país e que lá estavam a viver à longos anos. Essas pessoas eram seus familiares, e que ele tinha tido a oportunidade de visitar algumas vezes nos últimos anos. É importante nunca esquecer os laços que nos ligam a determinadas pessoas, e o grau de “responsabilidade” que temos para com elas. Não basta ser do mesmo sangue para ser um familiar, é preciso também preocupar-se, dar atenção, congratular e estar presente quando a sua ajuda é necessária. Leonardo não esquecia isso e fazia questão de sempre que possível dar um pouco de atenção às pessoas que mais lhe diziam algo e que se preocupavam com ele.
Como a rotina exigia, não se levantou de imediato, mas ficou sim a saborear um pouco mais o pouco tempo que ainda tinha, para descansar enquanto os lençóis ainda estavam quentes e o aconchegavam. Levantou-se passado poucos minutos, vestiu-se e preparou-se para ir seguir o percurso para o seu emprego.
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Eu prometi....
como o prometido é devido... começo a escrever aqui uma história (acho que não posso chamar livro) que serve apenas para divagar, e passar para o papel algumas ideias minhas, e o que eu penso e como tenho percepção de tudo aquilo que me rodeia...
sendo assim, ficam com o titúlo e com o inicio do "livro".....
E se um dia....
Os dias não são todos iguais. Nem todos são bons, e nem todos são maus. Há dias em que nos sentimos felizes quando chegamos à rua e a brisa da manha nos bate na face, e existem outros dias em que nem devíamos chegar perto da porta que dá acesso às escadas que descem para esse mundo que às vezes pode ser tão cruel.
Existem dias em que somos acarinhados, e outros em que nos maltratam. Existem dias em que nos sentimos realizados no emprego, e outros dias em que marcamos a entrada com o cartão que contém o nosso número de funcionário, como uma qualquer máquina produtiva à qual é atribuído um código, e só nos apetece marcar imediatamente a saída e abandonar aquele local.
Existem dias em que só queremos ficar a dormir, e outros dias em que queremos que nunca chegue o fim. Existem dias de sol, e dias de chuva, e a verdade é que todos estes dias, uns tão diferentes dos outros, e outros tão parecidos, não dependem apenas de nós para ser um bom, ou um mau dia. Dependem também de todas as pessoas que nos rodeiam, nos tocam, dão ordens, ou apenas olham para nós à saída do autocarro.
Quando acordou, Leonardo não fazia a mínima ideia que tipo de dia iria este ser, mas nunca imaginara que daquele dia em diante a sua vida iria mudar completamente. Era uma terça-feira e o despertador tocou, como todas as outras manhãs às 8h15. Os raios de sol já passavam por entre as frinchas da persiana e atravessavam as bandeiras dos vários países que já tinha visitado e que com prazer, e também orgulho, tinha colocado na sua janela….
sendo assim, ficam com o titúlo e com o inicio do "livro".....
E se um dia....
Os dias não são todos iguais. Nem todos são bons, e nem todos são maus. Há dias em que nos sentimos felizes quando chegamos à rua e a brisa da manha nos bate na face, e existem outros dias em que nem devíamos chegar perto da porta que dá acesso às escadas que descem para esse mundo que às vezes pode ser tão cruel.
Existem dias em que somos acarinhados, e outros em que nos maltratam. Existem dias em que nos sentimos realizados no emprego, e outros dias em que marcamos a entrada com o cartão que contém o nosso número de funcionário, como uma qualquer máquina produtiva à qual é atribuído um código, e só nos apetece marcar imediatamente a saída e abandonar aquele local.
Existem dias em que só queremos ficar a dormir, e outros dias em que queremos que nunca chegue o fim. Existem dias de sol, e dias de chuva, e a verdade é que todos estes dias, uns tão diferentes dos outros, e outros tão parecidos, não dependem apenas de nós para ser um bom, ou um mau dia. Dependem também de todas as pessoas que nos rodeiam, nos tocam, dão ordens, ou apenas olham para nós à saída do autocarro.
Quando acordou, Leonardo não fazia a mínima ideia que tipo de dia iria este ser, mas nunca imaginara que daquele dia em diante a sua vida iria mudar completamente. Era uma terça-feira e o despertador tocou, como todas as outras manhãs às 8h15. Os raios de sol já passavam por entre as frinchas da persiana e atravessavam as bandeiras dos vários países que já tinha visitado e que com prazer, e também orgulho, tinha colocado na sua janela….
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
é esta semana...
pronto, eu prometo que é esta semana que eu vou começar a escrever.. isto se ainda houver alguem interessado em ler claro...
Agora já tenho um pouco mais de liberdade de horários... embora ande muito atrapalhado pois temos que fazer o carro para o cortejo de carnaval da AA ISPAB....
abraços e beijos, e já agora, mascaras também...
Agora já tenho um pouco mais de liberdade de horários... embora ande muito atrapalhado pois temos que fazer o carro para o cortejo de carnaval da AA ISPAB....
abraços e beijos, e já agora, mascaras também...
terça-feira, fevereiro 06, 2007
BARCELONA???
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Só por curiosidade.... (não que eu esteja a insinuar algo... cof cof)
Por cada cigarro que se fuma perdem-se 11 minutos de vida
01.02.2007 - 08h41 Andrea Cunha Freitas
A doença cardíaca coronária mata mais de sete milhões de pessoas por ano. O cardiologista Sandeep Gupta, indiano instalado em Londres, teme pelo fosso entre pobres e ricos e apela à responsabilidade de cada um na prevenção da doença. Tão importante como reverter a aterosclerose, diz, é inverter comportamentos de risco.
PÚBLICO - Com os novos tratamentos da aterosclerose que abrem a possibilidade de regressão da doença não se corre o risco de vermos as pessoas a comer e beber à vontade, porque sabem que terão a droga para corrigir os males desse comportamento?
SANDEEP GUPTA - Isso é uma interessante psicologia. É a história da polipill mágica [a proposta de criar um comprimido que junte seis medicamentos: estatina, aspirina, três drogas para a tensão arterial e vitaminas]. Há investigadores que defendem que se dermos este comprimido a todas as pessoas com mais de 55 anos com factores de risco será possível eliminar cerca de 80 por cento dos ataques cardíacos e enfartes. Perante isto, pode-se argumentar que mais vale aproveitar o hambúrguer, os cigarros, etc...
Mas não funciona assim. Quem tem doenças de coração tem de assumir responsabilidades. Fazer mais exercício, pensar sobre os cigarros e as refeições gordas. E não temos de esperar que as pessoas se tornem doentes. Por que não procuramos o pré-paciente?
Ou seja, a pessoa que reúne alguns factores de risco?
Sim. Não é possível controlar a história familiar. Portanto, temos de nos concentrar no que podemos controlar. Pode parar de fumar. Sabe que por cada cigarro que fuma perde 11 minutos de vida? Em média, a esperança de vida de um fumador é de menos dez anos do que um não fumador. Se parar de fumar, em 12 meses o risco já caiu em 50 por cento.
Acha que os cigarros são o principal inimigo?
Não. Nenhum risco é mais importante. Oitenta por cento dos ataques de coração são explicados por quatro factores de risco: fumar, tensão arterial alta, diabetes e colesterol.
No caso do colesterol, a dieta tem um papel importante. É preciso insistir aí?
As pessoas são muito indulgentes. Temos de começar a comer as coisas certas na quantidade certa. O mundo, com seis mil milhões de pessoas, está dividido em dois. Metade está a passar fome e a outra tem excesso de peso. E, dos dois lados, morre-se cedo. E temos de falar de exercício.
Também é preciso fazer exercício para garantir um estilo de vida saudável e prevenir a aterosclerose...
Os mais novos devem fazer mais exercício. Para os mais velhos, na meia idade, que acham que têm vidas ocupadas e filhos, preocupem-se só com a actividade física. Subir as escadas até casa em vez de entrar no elevador, por exemplo. As pessoas devem fazer 30 minutos de exercício aeróbico: ligeiramente a suar, ligeiramente ofegante e ligeiramente a acelerar a batida cardíaca. Se conseguirem três lotes de dez minutos tem o mesmo benefício.
Apesar da prevenção, não baixou a mortalidade das doenças cardíacas. O que podemos fazer?
Temos de manter a pressão. As sociedades de aterosclerose, cardiologia, os media, os campeões de futebol, as estrelas da música. Todos temos de participar. Temos de ir ao recreio da escola, dizer às empresas para reduzirem o sal da comida de bebés... Não podemos esperar pelos 40 anos para mudar os hábitos. Isto merece o envolvimento do governo, da indústria alimentar e da comunidade médica. De todos.
Acha que a polipill também será importante?
Se calhar, vamos precisar é de uma "mini-polipill", com três igredientes: aspirina, um medicamento para baixar a tensão e estatina.
Sem as vitaminas?
Não há provas de que funcionem para o coração. E há ainda outro conceito: o British Medical Journal publicou um artigo em que se propunha uma ementa semanal que incluísse vinho tinto, amêndoas ou nozes, alho, peixe gordo, vegetais verdes e chocolate preto. Seis ingredientes na proporção certa, estatisticamente terão o mesmo beneficio no coração que a pollipill. Chama-se a polimeal.
01.02.2007 - 08h41 Andrea Cunha Freitas
A doença cardíaca coronária mata mais de sete milhões de pessoas por ano. O cardiologista Sandeep Gupta, indiano instalado em Londres, teme pelo fosso entre pobres e ricos e apela à responsabilidade de cada um na prevenção da doença. Tão importante como reverter a aterosclerose, diz, é inverter comportamentos de risco.
PÚBLICO - Com os novos tratamentos da aterosclerose que abrem a possibilidade de regressão da doença não se corre o risco de vermos as pessoas a comer e beber à vontade, porque sabem que terão a droga para corrigir os males desse comportamento?
SANDEEP GUPTA - Isso é uma interessante psicologia. É a história da polipill mágica [a proposta de criar um comprimido que junte seis medicamentos: estatina, aspirina, três drogas para a tensão arterial e vitaminas]. Há investigadores que defendem que se dermos este comprimido a todas as pessoas com mais de 55 anos com factores de risco será possível eliminar cerca de 80 por cento dos ataques cardíacos e enfartes. Perante isto, pode-se argumentar que mais vale aproveitar o hambúrguer, os cigarros, etc...
Mas não funciona assim. Quem tem doenças de coração tem de assumir responsabilidades. Fazer mais exercício, pensar sobre os cigarros e as refeições gordas. E não temos de esperar que as pessoas se tornem doentes. Por que não procuramos o pré-paciente?
Ou seja, a pessoa que reúne alguns factores de risco?
Sim. Não é possível controlar a história familiar. Portanto, temos de nos concentrar no que podemos controlar. Pode parar de fumar. Sabe que por cada cigarro que fuma perde 11 minutos de vida? Em média, a esperança de vida de um fumador é de menos dez anos do que um não fumador. Se parar de fumar, em 12 meses o risco já caiu em 50 por cento.
Acha que os cigarros são o principal inimigo?
Não. Nenhum risco é mais importante. Oitenta por cento dos ataques de coração são explicados por quatro factores de risco: fumar, tensão arterial alta, diabetes e colesterol.
No caso do colesterol, a dieta tem um papel importante. É preciso insistir aí?
As pessoas são muito indulgentes. Temos de começar a comer as coisas certas na quantidade certa. O mundo, com seis mil milhões de pessoas, está dividido em dois. Metade está a passar fome e a outra tem excesso de peso. E, dos dois lados, morre-se cedo. E temos de falar de exercício.
Também é preciso fazer exercício para garantir um estilo de vida saudável e prevenir a aterosclerose...
Os mais novos devem fazer mais exercício. Para os mais velhos, na meia idade, que acham que têm vidas ocupadas e filhos, preocupem-se só com a actividade física. Subir as escadas até casa em vez de entrar no elevador, por exemplo. As pessoas devem fazer 30 minutos de exercício aeróbico: ligeiramente a suar, ligeiramente ofegante e ligeiramente a acelerar a batida cardíaca. Se conseguirem três lotes de dez minutos tem o mesmo benefício.
Apesar da prevenção, não baixou a mortalidade das doenças cardíacas. O que podemos fazer?
Temos de manter a pressão. As sociedades de aterosclerose, cardiologia, os media, os campeões de futebol, as estrelas da música. Todos temos de participar. Temos de ir ao recreio da escola, dizer às empresas para reduzirem o sal da comida de bebés... Não podemos esperar pelos 40 anos para mudar os hábitos. Isto merece o envolvimento do governo, da indústria alimentar e da comunidade médica. De todos.
Acha que a polipill também será importante?
Se calhar, vamos precisar é de uma "mini-polipill", com três igredientes: aspirina, um medicamento para baixar a tensão e estatina.
Sem as vitaminas?
Não há provas de que funcionem para o coração. E há ainda outro conceito: o British Medical Journal publicou um artigo em que se propunha uma ementa semanal que incluísse vinho tinto, amêndoas ou nozes, alho, peixe gordo, vegetais verdes e chocolate preto. Seis ingredientes na proporção certa, estatisticamente terão o mesmo beneficio no coração que a pollipill. Chama-se a polimeal.
quarta-feira, janeiro 31, 2007
Vou escrever....
Como ja tinha dito, vou escrever com mais frequência agora... (isto se pedirem muito claro).
Há uns tempos estive para escrever um texto, tipo livro, mas entretanto por diversos motivos não foi possivel... (tambem porque o tema não era o melhor) Mas desta vez encontrei algo que realmente me agrada e vou escrever aqui esse "livro".
O unico aviso é que quem quisser ler, terá que se ir mantendo atento, pois será colocado um pouco cada dia e convem ler frequentemente porque senão depois tem de ler bastantes post, e não me parece que tenham paciencia para ler tudo o que está para tras depois....
que me dizem é???
(como as pesosas não costumam colocar post aqui no meu blog, deduzo que leste isto, e não disses-te nada... é por isso que nunca saberei quem lê isto lol)
Há uns tempos estive para escrever um texto, tipo livro, mas entretanto por diversos motivos não foi possivel... (tambem porque o tema não era o melhor) Mas desta vez encontrei algo que realmente me agrada e vou escrever aqui esse "livro".
O unico aviso é que quem quisser ler, terá que se ir mantendo atento, pois será colocado um pouco cada dia e convem ler frequentemente porque senão depois tem de ler bastantes post, e não me parece que tenham paciencia para ler tudo o que está para tras depois....
que me dizem é???
(como as pesosas não costumam colocar post aqui no meu blog, deduzo que leste isto, e não disses-te nada... é por isso que nunca saberei quem lê isto lol)
Uma recomendação...
Isto não é uma mensagem especifica para alguem.... longe de mim essa intenção!! (cof, cof)
Menos um quinto de fumadores na União Europeia em três anos
31.01.2007
Menos fumadores, mais pessoas a nunca terem experimentado e mais gente a deixar o tabaco. Em três anos, foi esta a evolução ocorrida na generalidade dos países da União Europeia, incluindo Portugal. Os dados foram divulgados ontem e resultam de um inquérito realizado entre Setembro e Dezembro de 2005 no espaço comunitário.
Noticia Jornal Publico Online
Menos um quinto de fumadores na União Europeia em três anos
31.01.2007
Menos fumadores, mais pessoas a nunca terem experimentado e mais gente a deixar o tabaco. Em três anos, foi esta a evolução ocorrida na generalidade dos países da União Europeia, incluindo Portugal. Os dados foram divulgados ontem e resultam de um inquérito realizado entre Setembro e Dezembro de 2005 no espaço comunitário.
Noticia Jornal Publico Online
quarta-feira, janeiro 24, 2007
O que queria era....
Já tenho saudades de carimbar o meu passaporte... A última viagem que fiz foi em Outubro a Itália como vocês sabem, e já começo a ter "necessidade" de fazer uma viagem...
Este ano tinha 3 objectivos (e ainda tenho)
PARIS
BARCELONA
PRAGA(ou Egipto)
Os primeiros 2 até nem são dificeis, e o 3º seria para umas férias mais prolongadas, (tipo 10 dias) mas estou á espera da companhia certa... que não é uma companhia qualquer é "a companhia"! lol
Há uma coisa que me agrada imenso e me faz sorrir, e será que há melhor sensação do que:
Fechar os olhos e de repente estou em frente ao Coliseu de Roma... Abro e volto a fechar e já estou a atravessar a Tower Bridge em Londres... mais um abrir e fechar de olhos e estou a nadar nas Caraibas juntamente com dezenas de peixes estranho e ao mesmo tempo tão belos naquela aguas azuis, como nenhum azul que eu já vi antes....
Não há muitas sensações como estas que só as viagens nos proporcionam... Vale mesmo a pena viajar, nem que seja para dizer "EU FUI!!" (não, não foi ao Rock in Rio lol)
Este ano tinha 3 objectivos (e ainda tenho)
PARIS
BARCELONA
PRAGA(ou Egipto)
Os primeiros 2 até nem são dificeis, e o 3º seria para umas férias mais prolongadas, (tipo 10 dias) mas estou á espera da companhia certa... que não é uma companhia qualquer é "a companhia"! lol
Há uma coisa que me agrada imenso e me faz sorrir, e será que há melhor sensação do que:
Fechar os olhos e de repente estou em frente ao Coliseu de Roma... Abro e volto a fechar e já estou a atravessar a Tower Bridge em Londres... mais um abrir e fechar de olhos e estou a nadar nas Caraibas juntamente com dezenas de peixes estranho e ao mesmo tempo tão belos naquela aguas azuis, como nenhum azul que eu já vi antes....
Não há muitas sensações como estas que só as viagens nos proporcionam... Vale mesmo a pena viajar, nem que seja para dizer "EU FUI!!" (não, não foi ao Rock in Rio lol)
É à noite na cama...
É à noite na cama,
que eu digo o que sinto, eu nunca te engano, eu não te minto…
É à noite na cama,
que eu mais me recordo de ti, os teus beijos, os teus abraços e os teus “Gosto de ti”…
É à noite na cama,
que os lençóis me lembram os teus braços, que me acolhem com carinho, e me dão a segurança para ser como sou...
É à noite na cama,
que a almofada se transforma no teu colo, onde eu pouso a cabeça e me tranquiliza os pensamentos…
É à noite na cama,
que me deito com o teu cachecol, que tem o teu cheiro, o teu aroma, o toque da tua pele…
É à noite na cama,
que eu me perco no tempo e no espaço, viajo entre o dia que te conheci e o “até já” que à pouco me disseste…
É à noite na cama,
que por fim adormeço, com a certeza de saberes que, “Eu nunca te esqueço…”
(Este pequeno texto é para ti, e só para ti... só contigo tem significado estas palavras, só contigo tem significado o que sinto... Não era suposto conhecer-te, não era suposto aproximar-me, mas já te conheci, e já me aproximei... agora não quero partir.)
que eu digo o que sinto, eu nunca te engano, eu não te minto…
É à noite na cama,
que eu mais me recordo de ti, os teus beijos, os teus abraços e os teus “Gosto de ti”…
É à noite na cama,
que os lençóis me lembram os teus braços, que me acolhem com carinho, e me dão a segurança para ser como sou...
É à noite na cama,
que a almofada se transforma no teu colo, onde eu pouso a cabeça e me tranquiliza os pensamentos…
É à noite na cama,
que me deito com o teu cachecol, que tem o teu cheiro, o teu aroma, o toque da tua pele…
É à noite na cama,
que eu me perco no tempo e no espaço, viajo entre o dia que te conheci e o “até já” que à pouco me disseste…
É à noite na cama,
que por fim adormeço, com a certeza de saberes que, “Eu nunca te esqueço…”
(Este pequeno texto é para ti, e só para ti... só contigo tem significado estas palavras, só contigo tem significado o que sinto... Não era suposto conhecer-te, não era suposto aproximar-me, mas já te conheci, e já me aproximei... agora não quero partir.)
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Morre Lentamente...
Porque amanha vou ter um acontecimento que me vai fazer pensar sobre muitos destes pontos...
Morre lentamente,
quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente,
quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente ,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente,
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e
os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece,
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.
Pablo Neruda
Morre lentamente,
quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente,
quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente ,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente,
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco e
os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos,
corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece,
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar.
Pablo Neruda
sexta-feira, janeiro 19, 2007
Um "carimbo" diferente...
FOTO REMOVIDA
O "meu passaporte" tem mais um carimbo, mas desta vez é um carimbo diferente...
Sempre falei da necessidade que temos de viajar e de conhecer novas culturas e pessoas, mas às vezes não é preciso ir muito longe para conhecer alguem que nos marca, e marca profundo...
Eu fui marcado, e tenho que admitir que esta é uma marca diferente, mas uma marca boa!
Já conheci muitas pessoas, mas nenhuma assim... Muitas vezes procuramos coisas nas pessoas que depois percebemos que não era aquilo que queriamos afinal... eu não procurei nada, e tudo o que descubro digo "era memso isto que queria..."
É raro, mas acontece...
Costumo dizer que o passado não é para apagar, é para viver com ele, e muitas vezes ai é que encontramos dificuldades em ultrapassar alguns problemas, mas acho que isso éalgo que as pessoas vão aprendendo com o tempo, e eu já tive a minha lição nesse campo...
Também tenho por habito dizer que não tenho a certeza de estar a fazer a escolha correcta, mas tenho a certeza de estar a fazer a minha vontade, o que é também o caso...
Nunca tinha "precisado" de conquistar nenhum "carimbo"... por norma eles eram-me oferecidos, ou apareciam... mas este era um que eu queria mesmo muito, e neste momento ele marca-me.... não gostava de ver esta marca desaparecer do meu passaporte...da minha vida!
(já não escrevia à algum tempo, mas já percebi que há algumas pessoas que até se dão ao trabalho de passar por aqui, por isso vou ter mais consideração por elas e voltar a escrever... da proxima não escrevo algo tão pessoal e in love, prometo lol)
O "meu passaporte" tem mais um carimbo, mas desta vez é um carimbo diferente...
Sempre falei da necessidade que temos de viajar e de conhecer novas culturas e pessoas, mas às vezes não é preciso ir muito longe para conhecer alguem que nos marca, e marca profundo...
Eu fui marcado, e tenho que admitir que esta é uma marca diferente, mas uma marca boa!
Já conheci muitas pessoas, mas nenhuma assim... Muitas vezes procuramos coisas nas pessoas que depois percebemos que não era aquilo que queriamos afinal... eu não procurei nada, e tudo o que descubro digo "era memso isto que queria..."
É raro, mas acontece...
Costumo dizer que o passado não é para apagar, é para viver com ele, e muitas vezes ai é que encontramos dificuldades em ultrapassar alguns problemas, mas acho que isso éalgo que as pessoas vão aprendendo com o tempo, e eu já tive a minha lição nesse campo...
Também tenho por habito dizer que não tenho a certeza de estar a fazer a escolha correcta, mas tenho a certeza de estar a fazer a minha vontade, o que é também o caso...
Nunca tinha "precisado" de conquistar nenhum "carimbo"... por norma eles eram-me oferecidos, ou apareciam... mas este era um que eu queria mesmo muito, e neste momento ele marca-me.... não gostava de ver esta marca desaparecer do meu passaporte...da minha vida!
(já não escrevia à algum tempo, mas já percebi que há algumas pessoas que até se dão ao trabalho de passar por aqui, por isso vou ter mais consideração por elas e voltar a escrever... da proxima não escrevo algo tão pessoal e in love, prometo lol)
quinta-feira, dezembro 28, 2006
só por curiosidade...
Ficam a saber que Portugal tem os politícos mais Católicos do Mundo.....
pois nenhum faz uma assinatura sem levar um terço com ele...
______________________________________________________
Ficam a saber que apartir de 1 de janeiro uma familia alemã recebe 2500€ por cada filho nascido....
pois nenhum faz uma assinatura sem levar um terço com ele...
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Ficam a saber que apartir de 1 de janeiro uma familia alemã recebe 2500€ por cada filho nascido....
sexta-feira, dezembro 22, 2006
domingo, dezembro 03, 2006
Ainda bem que há dias assim...
E porque tenho ouvido alguns elogios em relação a este blog, acho que vou recomeçar a escrever... a vontade surge novamente.... às vezes basta um pequeno incentivo, ou elogio para nos sentirmos logo melhores..
segunda-feira, outubro 30, 2006
Capitulo1.2
Passou a segurança, comprou o jornal e sentou-se à espera que a ordem para embarque chega-se. Duas horas e vinte minutos é por norma o tempo que demora o voo Porto-Londres, mas devido às condições climatéricas seriam cerca de 0h30 quando aterrou em Londres, ou seja, com uma hora de atraso. Até era bom, pois dessa forma passava o tempo mais rápido. A viagem correu bem. Era uma viagem há qual já estava habituado e até rotinado. Em Londres já sabia quais os locais do aeroporto que eram bons para descansar, ou para conversar com desconhecidos, os locais para ficar no silêncio, ou então ser incomodado pelos alarmes das lojas que disparavam constantemente e parecia que nunca mais se calavam, ou os ruídos dos funcionários de limpeza. A noite foi bem passada. Pouco, ou nenhum sono, e dormir nada. Mas 4 horas passam rápido e entretanto já estava a fazer outro check-in. Passar o tempo no aeroporto é fácil. Enquanto estamos à espera vamos observando as pessoas e imaginar para onde irão elas. Será que vão para a neve ou para o sol? Será que ficam em hotéis ou pousadas? Será a primeira vez que viajam ou não? Também é bastante engraçado tentar adivinhar de onde serão. Alguns são fáceis de identificar, como os Italianos com as suas suíças e os seus chapéus, os espanhóis com os seus piercings, os alemães de calças justas e cristas coloridas na cabeça, os Nórdicos com os seus cabelos loiros e olhos azuis. Engraçado é que os portugueses passam bem despercebidos no meio de tanta gente. Acho que não existe nenhuma característica física que as pessoas olhem e digam “lá vai um português”. Mas lá ia eu. Novo embarque e cerca de 2h depois já estava a sobrevoar Pisa. A cidade vista do céu parecia pequena, o que era bom pois não queria perder muito tempo. Florença esperava e tinha muito para ver lá. O aeroporto era um típico aeroporto de uma pequena cidade, ou seja, pequeno, simples e eficaz. Pegou na sua mala, dirigiu-se ao balcão de informações. O rapaz que o atendeu parecia um estudante que estava a estagiar. De inglês razoável, mas não bom. Era isto que Leonardo estranhava, pois se é um local turístico, onde se tem que dar informações a turistas, por que razão não eram aqueles italianos bons a inglês? Lá conseguiu a informação pretendida, como chegar ao centro da cidade, pois ele tinha apenas um objectivo ver a famosa Torre de Pisa.
(a foto é a vista do avião sobre a parte costeira de Pisa)
(a foto é a vista do avião sobre a parte costeira de Pisa)
terça-feira, outubro 24, 2006
Capitulo 1.1 Roma-amoR
O check-in correu sem problemas como seria de esperar. Para alguém que viaja existem sempre alguns dados a ter em atenção, e Leonardo sabia a maioria deles, outros iria ficar a conhecer nesta viagem. Um deles era o peso da bagagem. Uma mala com 15kg e uma mochila para levar consigo era o ideal. Mas a sua bagagem era mais do que isso. Sobre os ombros não carregava apenas o peso das duas mochilas com a roupa e o saco cama. Carregava também esperança, ambição, vontade de conhecer, vontade de cumprir um dos seus sonhos e visitar locais com que sempre sonhou. Levava também dentro de si a vontade de mudar, de ganhar coragem para fazer algo diferente, ou encontrar uma luz que o orienta-se para o futuro e lhe abrisse novas portas. Tinha a vontade de encontrar algo que sentia, mas não sabia explicar, pelo menos até aquela altura.
Despediu-se do seu amigo, e estas despedidas às vezes custavam a Leonardo. Não porque sentisse falta do que deixava, pois não ser dependente de um lugar ou de algumas pessoas era o seu objectivo por mais que gostasse delas, mas sim porque sentia que quem ficava estava preso a algo. Essas amarras que muitas vezes prendem as pessoas podem ser muito diferentes: uma pessoa, um emprego, um carro para pagar, uma família à qual nos habituamos e não temos coragem de deixar, entre muitas outras coisas. Cada pessoa terá as suas razões e os seus motivos para estar num lugar. Leonardo dizia que “Um homem não está onde mora, mas sim onde ama” e para si, isto fazia todo o significado, pois era o amor e a aventura que o moviam e que ele procurava constantemente. Tomar café com o amigo e fazer umas previsões do que iria ser aquela viagem foram as ultimas coisas que ele fez antes de se despedir e passar a segurança em direcção à porta de embarque. Já não havia volta atrás, e daqui para a frente estava por sua conta e risco. Existe sempre um momento marcante que indica o início de uma situação ou evento, algo que nos fica na memória como por exemplo o primeiro beijo numa relação de dois jovens que começam a namorar. Ele sabia que este era o seu momento, este era “sininho” que marcava o início da sua aventura.
Despediu-se do seu amigo, e estas despedidas às vezes custavam a Leonardo. Não porque sentisse falta do que deixava, pois não ser dependente de um lugar ou de algumas pessoas era o seu objectivo por mais que gostasse delas, mas sim porque sentia que quem ficava estava preso a algo. Essas amarras que muitas vezes prendem as pessoas podem ser muito diferentes: uma pessoa, um emprego, um carro para pagar, uma família à qual nos habituamos e não temos coragem de deixar, entre muitas outras coisas. Cada pessoa terá as suas razões e os seus motivos para estar num lugar. Leonardo dizia que “Um homem não está onde mora, mas sim onde ama” e para si, isto fazia todo o significado, pois era o amor e a aventura que o moviam e que ele procurava constantemente. Tomar café com o amigo e fazer umas previsões do que iria ser aquela viagem foram as ultimas coisas que ele fez antes de se despedir e passar a segurança em direcção à porta de embarque. Já não havia volta atrás, e daqui para a frente estava por sua conta e risco. Existe sempre um momento marcante que indica o início de uma situação ou evento, algo que nos fica na memória como por exemplo o primeiro beijo numa relação de dois jovens que começam a namorar. Ele sabia que este era o seu momento, este era “sininho” que marcava o início da sua aventura.
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